A produção é um processo que acompanha
todas as fases da execução de algum produto. Logo após o surgimento da ideia
até a finalização é necessário o envolvimento de pessoas que realizem
atividades dentro de um cronograma a fim de que o obra/projeto seja
concretizado. Ou seja, a produção que viabiliza a transformação de uma ideia em
realidade. Segundo Edgar Moura, em uma produção fílmica, por exemplo,
Para que haja êxito
em todo o processo, é necessário que toda a equipe esteja em sintonia com o
mesmo propósito. Se esse propósito não estiver claro para todos, há o risco do
objetivo não ser alcançado. Geralmente (quase sempre) os objetivos são ligados
à aprovação do público/receptores. No filme “Primavera para Hitler” (1968) de Mel
Brooks há um exemplo de “desastre” de alcance de finalidades. Os diretores não são verdadeiros quanto à
finalidade do filme que querem produzir, o que deixou brecha para que alguns
componentes da equipe “remassem para o lado contrário”. O fracasso do filme,
unido a algumas ações criminosas, os deixariam ricos, mas a equipe, sem saber
desse “detalhe” fez de tudo para que o produto se tornasse um sucesso. Tudo o
que os diretores não queriam!
“existem
várias categorias de produtor. São os produtores executivos, os diretores de
produção, os produtores de cenário e figurino, elenco e figuração, e ainda os
assistentes de produção. Todos fazem parte de uma entidade misteriosa e coletiva
chamada produção. Todos da produção se dedicam a uma só coisa: usar o dinheiro
que foi conseguido pelo produtor (esse sim, um produtor sem nenhum sobrenome, é
a pessoa que realmente levantou o dinheiro para fazer o filme) para colocar o
melhor possível diante da câmera.” (MOURA, 2001, p.245).
Para que haja êxito
em todo o processo, é necessário que toda a equipe esteja em sintonia com o
mesmo propósito. Se esse propósito não estiver claro para todos, há o risco do
objetivo não ser alcançado. Geralmente (quase sempre) os objetivos são ligados
à aprovação do público/receptores. No filme “Primavera para Hitler” (1968) de Mel
Brooks há um exemplo de “desastre” de alcance de finalidades. Os diretores não são verdadeiros quanto à
finalidade do filme que querem produzir, o que deixou brecha para que alguns
componentes da equipe “remassem para o lado contrário”. O fracasso do filme,
unido a algumas ações criminosas, os deixariam ricos, mas a equipe, sem saber
desse “detalhe” fez de tudo para que o produto se tornasse um sucesso. Tudo o
que os diretores não queriam!
Assim como em “Primavera
para Hitler”, muitas produtos estão fadados ao fracasso por conta de erros na
produção que podem ser semelhantes a esse ou em outros níveis. É claro que,
mesmo com tudo certo, ainda é necessária a provação (ou não) do público, mas
como isso não é totalmente controlável, a parte que está sob o domínio da
equipe precisa ser bem feita. Não basta ter uma boa ideia, é preciso executá-la
com sucesso.
MOURA, Edgar
Peixoto de. 50 anos luz, câmera e ação. 2. ed. São Paulo: Ed. SENAC, 2001.
Evellin Thamyris Fagundes Matos

